quinta-feira, 22 de novembro de 2012

COLETÂNEA DE TEXTOS


Introdução

Nesta nova etapa de produção colaborativa de textos, a proposta é que cada grupo escrevesse um gênero diferente de texto, baseada numa sequência de eventos retirada de LAGE,Nilson. Estrutura da notícia. São Paulo:Ática,2006. p.21-22.

Nosso grupo produziu uma conversa telefônica entre dois amigos.


Texto 1


Uma conversa com uma amiga pelo telefone....
Oi amiga tudo bem, entao estou te ligando pra te contar realmente o que aconteceu comigo, foram tantas as especulações....
Sabe qdo acordei naquela manhã, abri os olhos, e logo olhei no relógio que estava na cabeceira da cama, levantei-me depressa, corri ao banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto, e de repente ouvi a campainha da porta, e pensei q estava realmente atrasada, que alguém estava vindo me chamar.
Enxuguei-me as pressa, sai do banheiro ccorrendo e fui destrancar a a fechadura da porta, mas quando abri, pra minha surpresa encontrei um homem, caido a soleira , olhei por todos os lados, e o obvio não havia ninguem .
E agora pensei? Mas mesmo sem saber abaixei e toquei no homem com os dedos meio receosa, foi quando senti que o corpo estava frio e rigido, ai sim me dei conta de que se tratava de um cadaver.... ahh não pensei duas vezes , corri e liguei pra policia pra relatar o que eu acabara de vivenciar....
Amiga, que sustoo..

 
                                                                                                                  Profª. Vanessa Felix



Texto 2


CONVERSA ENTRE AMIGAS AO TELEFONE:
- Alô? Oi Rô, tudo bem?
- Mais ou menos... Você não imagina o que me aconteceu hoje pela manhã!
- O que foi menina, você não está com uma voz muito boa...
- Acordei cedo com aquele sono incontrolável que você sabe que eu tenho de manhazinha e dei aquela olhada no relógio. Logo vi que tinha de levantar! Meu despertador não tocou de novo!
- Hã e aí?
- Fui correndo para o banheiro e quando escovava os dentes a campainha tocou.
- Tão cedo! Quem era?
- Pois é, corri e destranquei a porta já meio nervosa.
- E...
- Vi um homem caído na soleira da minha porta!
- Como?!
- É, isso mesmo! Um homem caído. O curioso é que olhei em torno e não encontrei mais ninguém, só ele ali deitadinho da Silva. Abaixei-me e fui obrigada a ver como o homem estava, se tinha respiração, essas coisas.
- Tá, e aí?!
- Aí que toquei nele com a ponta dos dedos e qual não foi minha surpresa quando percebi que o sujeito estava frio e rígido!!!
- Um cadáver?!
- Isso! Um cadáver ali na minha porta!
- E o que você fez?
- Sem pestanejar, corri ao telefone e liguei pra central da polícia!
- Que história!


                                                                                                      Profª Rosângela Faria

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