sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Finalização dos trabalhos do curso "Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade - Leitura e Escrita em Contexto Digital"


Na finalização de nosso curso, produzimos um relato reflexivo embasado nas práticas efetivas que apreendemos de todas as atividades realizadas.
Cada membro do grupo discorreu a respeito de seu desempenho e aproveitamento durante o curso.
Continuaremos com atividades em nosso blog para divulgar "os prazeres da leitura" e com motivação e incentivo, arrebanharmos nossos alunos para um trabalho em conjunto.
Convido a todos para permanecerem nesta aventura!! Até lá!



"Desde a primeira edição do curso "Leitura e Escrita em Contexto Digital" já gostaria de ter participado. Adoro ler e adoro incentivar a leitura em meus alunos. Como relatado em nossas memórias de leitura e escrita, cada um teve incentivo e motivação para a leitura na infância. Portanto, acredito que como educadores podemos, sim, fazer diferença nas vidas de nossos alunos. Só de estarmos nos preparando e aprimorando já estamos cumprindo nosso papel.
Esse curso ampliou meus conhecimentos de estratégias de leitura e, principalmente as estratégias de escrita. Fomos direcionados através dos roteiros, em cada gênero textual, que facilitou imensamente nossas produções fazendo com que ficassem mais elaboradas e estruturadas.
A partir daí, juntamo-nos as novas tecnologias, ao "Contexto Digital", com a criação do blog, uma atividade especial de partilhamento de experiências e vivências utilizando-se de mídias facilitadoras para o ensino da leitura e escrita, mas como aprendemos! O "monstro" do computador já não existe mais.
Práticas enriquecedoras que nos deram subsídios para uma melhora significativa no modo de ensinar, tenho certeza que cada um de nós já planejou inúmeras atividades com os alunos através dos blogs.
Que bom compartilhar nossos conhecimentos com essa turma tão participativa."


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

COLETÂNEA DE TEXTOS


Introdução

Nesta nova etapa de produção colaborativa de textos, a proposta é que cada grupo escrevesse um gênero diferente de texto, baseada numa sequência de eventos retirada de LAGE,Nilson. Estrutura da notícia. São Paulo:Ática,2006. p.21-22.

Nosso grupo produziu uma conversa telefônica entre dois amigos.


Texto 1


Uma conversa com uma amiga pelo telefone....
Oi amiga tudo bem, entao estou te ligando pra te contar realmente o que aconteceu comigo, foram tantas as especulações....
Sabe qdo acordei naquela manhã, abri os olhos, e logo olhei no relógio que estava na cabeceira da cama, levantei-me depressa, corri ao banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto, e de repente ouvi a campainha da porta, e pensei q estava realmente atrasada, que alguém estava vindo me chamar.
Enxuguei-me as pressa, sai do banheiro ccorrendo e fui destrancar a a fechadura da porta, mas quando abri, pra minha surpresa encontrei um homem, caido a soleira , olhei por todos os lados, e o obvio não havia ninguem .
E agora pensei? Mas mesmo sem saber abaixei e toquei no homem com os dedos meio receosa, foi quando senti que o corpo estava frio e rigido, ai sim me dei conta de que se tratava de um cadaver.... ahh não pensei duas vezes , corri e liguei pra policia pra relatar o que eu acabara de vivenciar....
Amiga, que sustoo..

 
                                                                                                                  Profª. Vanessa Felix



Texto 2


CONVERSA ENTRE AMIGAS AO TELEFONE:
- Alô? Oi Rô, tudo bem?
- Mais ou menos... Você não imagina o que me aconteceu hoje pela manhã!
- O que foi menina, você não está com uma voz muito boa...
- Acordei cedo com aquele sono incontrolável que você sabe que eu tenho de manhazinha e dei aquela olhada no relógio. Logo vi que tinha de levantar! Meu despertador não tocou de novo!
- Hã e aí?
- Fui correndo para o banheiro e quando escovava os dentes a campainha tocou.
- Tão cedo! Quem era?
- Pois é, corri e destranquei a porta já meio nervosa.
- E...
- Vi um homem caído na soleira da minha porta!
- Como?!
- É, isso mesmo! Um homem caído. O curioso é que olhei em torno e não encontrei mais ninguém, só ele ali deitadinho da Silva. Abaixei-me e fui obrigada a ver como o homem estava, se tinha respiração, essas coisas.
- Tá, e aí?!
- Aí que toquei nele com a ponta dos dedos e qual não foi minha surpresa quando percebi que o sujeito estava frio e rígido!!!
- Um cadáver?!
- Isso! Um cadáver ali na minha porta!
- E o que você fez?
- Sem pestanejar, corri ao telefone e liguei pra central da polícia!
- Que história!


                                                                                                      Profª Rosângela Faria

Rememorar


Rememorar minhas primeiras experiências com a leitura e a escrita é remeter-me a um passado  com um  enorme significado. Entrei na escola com 8 anos de idade( por motivos particulares) sabendo ler e escrever. Naquela época  não havia  pré-escola na escola onde estudava. Já iniciávamos no primeiro ano. Como aprendi com meus irmãos a ler e escrever, sofri  muito nos primeiros meses, queria já escrever textos. A professora estava treinando a  coordenação motora dos alunos e eu treinando minha paciência e compreensão. Mas isso não foi motivo para eu desistir. Lia em casa quando meus irmãos traziam livros da biblioteca da escola. Em casa não existiam livros, meus pais não tinha condição financeira que os permitissem adquiri-los. Quando  me foi permitido, passei a freqüentar a  biblioteca da escola e a emprestar os livros. Toda semana eu estava lá para trocar de livros. Hoje, sou uma grande defensora da idéia das escolas otimizarem suas bibliotecas.  Os livros da coleção Vagalume eram os meus preferidos (Menino de Asas, A Ilha Perdida, O Gigante de Botas, Cem Noites Tapuias, Éramos Seis , O Escaravelho do Diabo, O Rapto do garoto de Ouro, Tonico, Zezinho, o Dono da Porquinha Preta). Outros livros que fizeram parte das minhas experiências como leitora  na adolescência foram:  Pollyanna Menina, Pollyanna Moça (.
Mas de todas as minhas experiências como leitora uma merece um parágrafo. Na quarta série minha professora lia todos os dia para toda a classe, era um  momento  esperado por todos. Ela lia e andava pela sala e não perdia a entonação, era maravilhoso ouvir os  contos e viajar na imaginação guiada pelo enredo da narração .
Além disso, não posso deixar de relatar minhas experiências atuais como leitora. Na sala de aula tento ser como minha professora da quarta série, leio para os meus alunos fabulas contos, poesias, etc. Leio e treino gestos em casa e depois reproduzo na sala de aula. A última poesia que li foi Canção do Exílio de Gonçalves Dias para iniciar os estudos sobre as paisagens naturais do Brasil. Foi muito gratificante, pois os alunos pediram que eu lesse novamente.
Assim, concordo plenamente que só se forma um leitor lendo para ele. Então não posso deixar de  Agradecer meus irmão quando fizeram isso para mim.

Profª. Márcia Brito

Leituras na Infância





Olá pessoal e tutora, falar sobre a minha experiência com a leitura e a escrita é algo bem interessante. Meus pais tem pouco estudo, o antigo primeiro grau......
Mas me recordo que quando pequena minha mãe lia a biblia, lia livrinhos de estorinhas, e sempre q eu via algo escrito pedia o que estava escrito.....
Quando pequena ganhei uma losinha e escrevia muito nela, não havia giz que chegasse por que adorava brincar de escolinha com minhas primas e com meu irmão, também me recordo de minha mãe dizendo que tinhamos que estudar, por que nós tinhamos a oportunidade que ela e nem meu pai tiveram.
Meus pais posso dizer que sempre fizeram de tudo para que estudassemos, tanto eu quanto meu irmão.
Me recordo muito pouco sobre minha alfabetização, mas o pouco que me recordo , lembro que a professora dava prova oral, tomava tabuada e cobrava caderno de caligrafia. 
Também me recordo que quando chegava da escola, era almoço e tarefa, antes disso não tinha brincadeira nem soninho da tarde, e sabe fazia tudo certo, por que contava com a ajuda da mãe que corrigia tudo antes de levar pra escola. 
Ser professora era algo que sempre eu gostei, algo que sempre me atraia, mas com o passar do tempo com as mudanças, fui desanimando, e ai quando conclui o ensino médio, prestei vestibular na UNESP e passei,  fui estudando e amadurecendo a  ideia de que ,e tornaria uma educadora, e hoje ja se fazem 9 anos que atuo na area, e confesso que gosto muito do que faço, mesmo com tantos problemas que enfrentamos...........

Profª. Vanessa Felix